terça-feira, 9 de setembro de 2014
domingo, 30 de março de 2014
Austrália construirá um jardim vertical mais alto do mundo
Austrália construirá um jardim vertical mais alto do mundo
O jardim vertical será formado por 190 espécies de vegetais nativos, mais 160 variações de plantas exóticas
Por: CicloVivo
Um jardim vertical de 166 metros
de altura será erguido no One Central Park, novo empreendimento
residencial de Sydney, na Austrália. Projetado por Patrick Blanc, o
inventor do conceito do jardim vertical, e pelo arquiteto francês Jean
Nouvel, a intervenção ecológica foi inspirada numa falésia e vai cobrir
metade da fachada do edifício, se transformando na parede viva mais alta
do mundo em janeiro do ano que vem.
O jardim vertical será formado por 190 espécies de vegetais nativos,
mais 160 variações de plantas exóticas, as quais ajudarão não só a
mitigar as emissões de carbono na cidade, mas também a diminuir a
temperatura interna nos apartamentos convencionais e penthouses do
edifício. O suporte para as plantações será um tapete verde de 6,4 km2,
que se estenderá por terraços como extensões do prédio residencial.
Segundo os idealizadores, o projeto tem como objetivo integrar a
paisagem natural e a construção civil, apostando em medidas de design
revolucionário, segundo informa o site portuguêsGreensavers. Sendo
assim, a construção foi inspirada nas Montanhas Azuis, região montanhosa
nas imediações de Sydney – o local abriga complexa biodiversidade e foi
declarado como patrimônio mundial em 2010.
Além da presença do jardim vertical mais alto do mundo, o One Central
Park também abrigará um sistema de espelhos automáticos, os quais
acumulam os raios solares, e, depois, direcionam a luz aos vegetais, a
fim de incentivar o crescimento mais rápido. Ao escurecer, a estrutura
externa se transforma numa instalação de arte iluminada com LED,
material que, além do baixo impacto, oferece longa duração. O
empreendimento vai abrigar 624 apartamentos convencionais e 38
penthouses.
Veracel beneficia mais de 135 apicultores em cooperação no uso da floresta
Veracel beneficia mais de 135 apicultores em cooperação no uso da floresta
Assinatura do termo acontece hoje (12) em Eunápolis, Bahia
Painel Florestal
A apicultura é considerada uma
das grandes opções para a agricultura familiar por proporcionar renda,
pelo aproveitamento do potencial da natureza e de sua capacidade
produtiva. Estas são considerações apontadas pelo estudo divulgado pela
Comissão Executiva para o Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) do governo
federal.
Com base neste estudo, e buscando incentivar o uso múltiplo da
floresta, será assinando hoje (12/11), às 15h, no auditório do Hotel
Portal, em Eunápolis. o convênio de cooperação entre a Veracel Celulose e
sete associações de apicultores da região, beneficiando mais de 135
apicultores e suas famílias.
Durante o evento, o engenheiro agrônomo Ediney de Oliveira
Magalhães, do Centro Regional de Apicultura do Sul da Bahia, do
Ministério da Agricultura e Abastecimento/Ceplac/Cepec, fará uma
palestra sobre o potencial da apicultura no Extremo Sul da Bahia e
assistente Florestal da Veracel Celulose Márcio Reis falará sobre a
experiência do uso do plantio de eucalipto como pasto apícola.
Desde 2009, a empresa já mantinha convênio com a Associação de
Apicultores de Eunápolis, que conseguiu uma produção média de 40
toneladas de mel por ano. Com a assinatura dos convênios, os apicultores
ligados a Associação de Apicultores de Eunápolis (ASOAPE), Associação
de Apicultores e Meio Ambiente de Guaratinga (ASAPMAG), Associação de
Apicultores do Município de Belmonte (AAPIBEL), Associação Apícola de
Itabela (APISBELA), Associação dos Apicultores de Itagimirim (AAPITA),
Associação dos Apicultores e Agricultores de Boca do Córrego (Belmonte) e
a Associação dos Micros, Pequenos, Médios Produtores Rurais e Moradores
do Rio Ubu (Belmonte) irão utilizar o pasto apícola das áreas da
Veracel para instalação de caixas coletoras de mel.
Técnicos da Emater participam do V Congresso Baiano de Apicultura e Meliponicultura
Técnicos da Emater participam do V Congresso Baiano de Apicultura e Meliponicultura
Na
foto: "E", José Araújo, Alexandre Santiago, Sebastião Pimentel, e
Wilmar Aloísio Weber, Secretário de Agricultura de Formosa - GO
Os técnicos da Agência Goiana de
Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater),
José Araújo de Oliveira – Escritório Central, Sebastião Pimentel –
Emater Local Formosa, Alexandre Resende Santiago – gerente da Emater
Regional Planalto e Lucydário Patriota de Araújo – Emater Local Flores
de Goiás, participaram do V Congresso Baiano de Apicultura e
Meliponicultura; VII Seminário de Própolis do Nordeste e II Feira da
Cadeia Produtiva da Apicultura e Meliponicultura, realizada no Centro de
Convenções Luís Eduardo de Magalhães, em Ilhéus – BA, no período de 15 a
17 de maio de 2013. Os técnicos da Emater fizeram parte da caravana de
Goiás composta de 36 apicultores e técnicos dos municípios de Goiânia,
Bela Vista, Anápolis, Sanclerlândia, Orizona, Formosa, Vila Boa e
Silvânia.
A participação do grupo teve por
finalidade buscar informações técnicas sobre a produção e processamento
de pólen, própolis e apitoxina (veneno), novos equipamentos e
indumentárias, manejo e produção do mel na meliponicultura, para que
sejam adotados pelos apicultores de Goiás e também repassados a outros
técnicos da Emater.
O evento teve como objetivos: fortalecer
a apicultura e meliponicultura, através da organização e capacitação
intensiva de seus atores, utilizando conhecimentos e tecnologias
adaptadas para esta atividade tendo como norteador a preservação
ambiental, organização social, gestão e mercado; impulsionar a
exploração dos subprodutos apícolas pólen e própolis nas regiões com
maior potencial; fortalecer a cadeia produtiva da própolis e do pólen,
através da utilização dos conhecimentos e tecnologias adaptadas para
estas atividades, tendo como norteador a preservação ambiental,
organização social, gestão e mercado; incentivar a produção e a
comercialização da própolis e do pólen e conhecer os canais de
comercialização do pólen e da própolis.
A programação do evento realizou os
seguintes concursos: Pólen: amostras de 50g, avaliadas de acordo com a
IN 03 do MAPA; Stand: avaliada com base em apresentação dos produtos,
organização e impacto visual; Invento: julgado pela originalidade e a
aplicabilidade para a apicultura, podendo ser equipamento ou ferramenta
de manejo; Caravana: avaliação a partir de vestimenta, animação,
entusiasmo, participação e organização e disciplina; Fotografia: cada
participante pode encaminhar apenas uma foto, direcionada para a
temática: Abelhas: Própolis e Pólen.
Minicursos: Os minicursos que
aconteceram durante o evento: Produção e Processamento de Pólen;
Produção e Processamento de Própolis; Manejo para Alta Produtividade de
Mel; Seleção e Produção de Abelhas Rainhas; Manejo e Processamento de
Produtos de Abelhas sem Ferrão (ASF); Produção e Processamento de Cera
de Abelhas.
Pronatec 2014: inscrições – cadastro.
Pronatec 2014: inscrições – cadastro.
Pronatec 2014
Governo promete investir R$ 14 bilhões no Pronatec até 2015 para oferecer 8 milhões de vagas em cursos profissionalizantesO Pronatec se tornou um dos maiores símbolos do governo federal junto com o Programa Minha Casa Minha Vida. Entenda o que o programa pode fazer por você:
O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) já registrou o número de 4,6 milhões de pessoas que foram beneficiadas pelo programa, em mais de 3.200 cidades e munícipios de todo o Brasil. A meta de investimento do governo no programa é de R$14 bilhões até o final de 2014, para chegar a marca de oito milhões de alunos matriculados em cursos técnicos profissionalizantes, em mais de 400 áreas de conhecimento.
O Pronatec se desenvolve sobre três formas, a primeira é na oferta de ensino técnico para estudantes do Ensino Médio, a segunda é na oferta de qualificação profissional para jovens e adultos que buscam a oportunidade de melhorar sua formação, e a terceira é na oferta de cursos de capacitação para o público do programa Brasil Sem Miséria.
Onde procurar informações sobre as vagas do Pronatec 2014
Para obter informações sobre os cursos técnicos do Pronatec os interessados podem procurar as secretárias de educação dos seus estados.Para os cursos de qualificação profissional, os trabalhadores podem se dirigir a um posto do Sistema Nacional de Emprego (SINE) ou ainda podem visitar o portal www.maisemprego.mte.gov/portal.
Onde são ministrados os cursos do Pronatec 2014
Os cursos são oferecidos principalmente nas 403 unidades das escolas técnicas federais, nas escolas técnicas estaduais e nas escolas do Sistema S: Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai); Serviço Social do Comércio (Sesc); Serviço Social da Indústria (Sesi); Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (Senai); e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat).Pronatec Copa 2014
O governo federal, através da união entre Ministério do Turismo e Ministério da Educação, criou também uma extensão do programa, o chamado Pronatec Copa, pelo qual irá oferecer cerca de 240 mil vagas gratuitas para capacitar trabalhadores brasileiros para a Copa de 2014, em 29 modalidades, além de 32 mil vagas em cursos de línguas: inglês, libras e espanhol.As informações específicas do Pronatec Copa podem ser acessadas pelo portal www.pronateccopa.turismo.gov.br.
Pronatec 2014 Inscrições – Quem pode participar?
Para se inscrever no Pronatec 2014, podem ser indígenas, agricultores, pessoas portadoras de deficiências, profissionais que se encontram desempregados, pessoas que fazem parte dos programas sociais do Governo Federal, também pessoas que foram dispensados do Serviço Militar, do Exército e Aeronáutica. Estudantes que são matriculados no Ensino médio em escolas públicas. Para se inscrever no programa e saber um pouco mais sobre os cursos é só acessar o site oficial http://pronatec.mec.gov.br e tirar suas dúvidas. São inúmeros cursos técnicos oferecidos pelo Pronatec 2014, confira alguns:Técnico em Agenciamento de Viagem, Técnico em Agente Comunitário de Saúde, Técnico em Agricultura, Técnico em Agroecologia, Técnico em Agronegócio, Técnico em Alimentação Escolar, Técnico em Análises Químicas, Técnico em Apicultura, Técnico em Aquicultura, Técnico em Automação Industrial, Técnico em Biblioteca, Técnico em Biocombustíveis, Técnico em Biotecnologia, Técnico em Cafeicultura, Técnico em Calçados, Técnico em Carpintaria, Técnico em Açúcar e Álcool, Técnico em Administração, Técnico em Alimentos, Técnico em Análises Clínicas, entre outros.
Essa é uma excelente chance para quem procura qualificação profissional, pois além de estar preparado ainda aumentam as chances de conseguir uma vaga em uma empresa e garantir o futuro. O mais importante é que pessoas de renda baixa geralmente não conseguem ingressar em cursos técnicos e com o Pronatec as suas chances aumentam.
Inscrições Pronatec 2014 Amazonas
A falta de mão de obra qualificada faz com que a procura por profissionais que estejam aptos para ocuparem determinados cargos seja grande, portanto, se você ainda não se qualificou e quer muito conquistar uma vaga no mercado de trabalho essa é a oportunidade que você estava esperando. Estão abertas as inscrições para o Pronatec 2014 no Amazonas. Saiba mais sobre o Pronatec AM.Pronatec 2014 setor automotivo.
O Pronatec do setor automotivo esta com 90 mil vagas abertas para as mais diversas áreas do segmento.Confira esta oportunidade para ingressar num dos segmentos que mais crescem no Brasil.
Sisutec com inscrições abertas para pronatec 2014
Sisutec abre inscrições para o Pronatec 2014. Saiba mais.Lista dos classificados no Sisutec 2014 para cursos Pronatec
Dia 25.03 será divulgada a lista dos classificados para os cursos técnicos Pronatec através do Sisutec. Saiba mais.Cursos Pronatec em Natal – RN
O Pronatec em Natal – RN oferece vagas em cursos de diversas vagas, todos gratuitos, através do Pronatec. Veja mais.Apicultores do Sul apostam em novo método e esperam triplicar produção
07/03/2014 17h42
- Atualizado em
09/03/2014 17h12
Apicultores do Sul apostam em novo método e esperam triplicar produção
Opção foi adotada por produtores do Sul de Santa Catarina.
Especialistas afirmam que produtividade pode triplicar.
Janine Limas
Do G1 SC
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(Foto: Janine Limas/RBS TV)
Apicultores do Sul de Santa Catarina estão apostando na seleção de
abelhas selecionadas geneticamente para produção de mel. De acordo com a
Associação Brasileiro dos Exportadores de Mel (Abemel), o método ainda é
pouco utilizado no Brasil e, por isso, os produtores estão recebendo
cursos capacitação na região.
De acordo com Kátia Gramancho, que é pesquisadora do assunto, a
modificação genética e a troca de abelhas rainhas melhoram a
produtividade. “Só com a troca de rainhas, a produção pode aumentar m
40%. Se for feito o melhoramento genético, a produtividade pode até
triplicar”, afirma a pesquisadora.
A pesquisadora americana Marla Spivak, conhecida por desenvolver uma
abelha resistente a doenças, também participa do curso. Ela explica que
nos Estados Unidos 30% das abelhas morrem todos os anos e a mudança
genética aumenta a resistência dos insetos às doenças. “Ainda não
sabemos a causa da morte das abelhas, mas a mudança genética pode ajudar
a diminuir este índice”, ressalta.
Para os apicultores, o método é uma possibilidade de aumentar as
exportações e produzir mel orgânico. “A parceria com o Governo do Estado
para a criação de 10 mil abelhas rainhas selecionadas para distribuir
aos apicultores. Com isso, queremos criar a certeza de que se o produtor
fizer o manejo adequado e produzir rainhas novas, com o mesmo número de
colméias ele pode duplicar ou até mesmo triplicar a produção”, disse o
exportador de mel Celio Hercílio Marcos da Silva.
Apicultores como Odair Luiz Baioco, de Sombrio, já estão investindo na
nova técnica. “Hoje a minha produção é de 30 quilos de mel por colmeia e
é tudo exportado. A perspectiva de triplicar a produtividade é muito
animadora”, destaca.
Projeto de apicultura ajuda na renda de famílias em Monteiro Lobato, SP
23/02/2014 19h10
- Atualizado em
23/02/2014 19h10
Projeto de apicultura ajuda na renda de famílias em Monteiro Lobato, SP
Iniciativa da Universidade de Taubaté propõe formação de apicultores.
Projeto contribui com cerca de 30% da renda de famílias da zona rural.
Do G1 Vale do Paraíba e Região (*)
Comente agora
Por meio das aulas de apicultura, a família de Helena Aparecida Rosa dos Santos, de 46 anos, pôde melhorar suas técnicas e ampliar a produção do mel para venda. Ela trabalha há 18 anos com o marido na extração e produção de mel, mas foi quando o projeto começou, em 2004, que conseguiu aprimorar suas técnicas.
"Desde o começo tivemos várias aulas e conseguimos orientação para fazer compras e procurar veterinários. [O projeto] Também nos mostra como ter maior segurança com o mel", disse a participante do projeto. Para a produção, Helena utiliza uma casa com estrutura completa para extração disponibilizada para todos os participantes.
"Ganhamos todos os equipamentos e isso é ótimo, porque nunca conseguiríamos comprar. Hoje onde a gente chega o mel vende. Aqui no meio do mato nós não teríamos essa oportunidade de melhorar", afirma a apicultora que vive na na zona rural, a 17km do centro do município. Segundo a apicultora, somente no ano passado, ela e marido venderam cerca de 800 kg de mel (o quilo custa em média R$ 16).
Além dos trabalhos de Helena e do marido, a filha de 17 anos também está envolvida com o projeto, que envolve adolescentes e crianças em trabalhos relacionados a apicultura e voltados para educação. “Minha filha adora mexer com abelha, ajudamos ela também, até porque abelha é assim, igual família”, diz. Para abranger toda a família, a iniciativa também oferece aulas de artesanato para produção de itens com a temática do mel.
Projeto
A coordenação do projeto é feita pela Professora Lídia Barreto, responsável pelo Centro de Estudos Apícolas da universidade. “A ideia é sensibilizar o núcleo familiar para que pudesse andar melhor. Os jovens achavam que o fim deles seria na enxada, mas a transformação de toda a comunidade foi uma coisa incrível”, afirmou Lídia.
De acordo com a professora, atualmente, cerca de dez famílias participam do "Cirandas do Mel", tendo um impacto positivo de até 30% na renda dos participantes. Ao todo, foram investidos cerca de R$ 300 mil no projeto, obtidos por meio da universidade com empresas parceiras.
“A comunidade também é importante para formação do aluno e do professor. O projeto já é replicado em outras cidades como Redenção da Serra e São Luiz do Paraitinga. Também estamos investindo na juventude rural, para que consiga transformar lideranças”, disse.
(*) Colaborou: Daniel Corrá
Governo apoia apicultores no Extremo Sul do estado
Governo apoia apicultores no Extremo Sul do estado
Mais de 100 apicultores, de Teixeira de Freitas,
receberam o apoio do governo estadual, através da (Sedir), para
desenvolver suas atividades, voltadas à cadeia produtiva da apicultura
local.
Mais de 100 apicultores, moradores do município de Teixeira de
Teixeira de Freitas, no Extremo Sul baiano, receberam o apoio do governo
estadual, através da Secretaria de Desenvolvimento e Integração
Regional (Sedir), para desenvolver suas atividades, voltadas à cadeia
produtiva da apicultura local, ampliando e modernizando a produção do
mel.
Para agradecer o apoio da Sedir, o presidente da Associação dos
Apicultores do Extremo Sul da Bahia (APIEXSU), Janhanderson Bongestab,
esteve essa semana na sede da secretaria, no Centro Administrativo, em
Salvador. “Agradecemos todo o apoio que a Sedir vem dando a nossa
associação, inclusive, com aporte de recursos, atendendo não só o
município de Teixeira de Freitas, mas toda a região”, disse.
Segundo o presidente, com o apoio, o município de Teixeira de Freitas
pôde chegar à posição de terceiro produtor do estado no censo de
produção do mel. “Isso não acontecia no ano passado porque a produção
ainda não havia se adequado às normas estabelecidas pelo Ministério da
Agricultura e pelo SIF – Serviço de Inspeção Federal”, explicou
Bongestab.
O apicultor destacou que, somente após o convênio firmado com a
Sedir, a associação teve condição de promover as adequações e
modernização necessárias de forma a atender as exigências federais.
“Conseguimos restabelecer o SIF – Selo de Inspeção Federal – que dá a
condição de compra de nossos produtos em todo o território nacional. A
iniciativa da Sedir beneficia todos os produtores do Território de
Identidade do Extremo Sul”, assinalou.
A expectativa, informou Bongestab, é de que o Território do Extremo
Sul venha ser o maior produtor de mel do estado em curto espaço de
tempo. “Essa inclinação se tornou maior em função de características
únicas que o Território oferece na flora, com a grande oferta de pastos
apícolas, dos plantios de eucalipto, extensos manguezais e cafezais,
áreas de mussurungas, remanescentes de restinga e Mata Atlântica.
Fundada em 1995, a APIEXSU está localizada em Teixeira de Freitas e
possui cerca de 100 apicultores, com 80% dos associados oriundos da
agricultura familiar Hoje, a associação comercializa os produtos em
sistema de atacado e também no varejo em baldes de 250g, 280g, 350g,
450g e 500g, além de sachês. O convênio firmado entre a associação e a
Sedir já viabilizou a primeira venda por meio do PAA – Plano de
Aquisição de Alimentos.
SulBahiaNews - A publicação do texto está autorizada desde que o veículo cite a fonte.
Kits de apicultura doados beneficiam comunidades na Bahia
Kits de apicultura doados beneficiam comunidades na Bahia
Famílias das comunidades de Capão e Imbiruçu, do município de Igaporã, na Bahia, foram contempladas com a doação de 18 kits de apicultura, uma ação que integra o eixo de inclusão produtiva do Plano Brasil sem Miséria e é executada pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) com recursos da Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR) do Ministério da Integração Nacional (MI).
Cada um dos kits contém dez colmeias, dez suportes, dez quilos de cera, duas vestimentas apícolas completas, um garfo desoperculador, um fumigador, um formão e uma carretilha. Ao todo foram investidos cerca de R$ 56,5 mil.
“As famílias beneficiadas vivem dentro da área do Complexo Eólico Alto Sertão I, que faz parte do parque eólico que está sendo implantado na região, e a doação dos kits possibilita a ampliação da produção de mel das famílias beneficiadas, complementando a própria alimentação e também da renda com a comercialização do excedente. As comunidades já eram organizadas, o que estava faltando realmente era receber os kits que chegaram na hora certa porque agora em novembro é uma época apropriada para captura de enxames”, diz Dermeval Gervásio, coordenador do Conselho de Desenvolvimento do Território Velho Chico (Codeter).
Mais doações
Ainda no Médio São Francisco baiano, na área de atuação da 2ª Superintendência Regional da Codevasf, sediada em Bom Jesus da Lapa (BA), já foram autorizadas as doações de outros 238 kits – um investimento de aproximadamente R$ 750 mil reais. Os recursos também fazem parte do eixo de inclusão produtiva do Plano Brasil Sem Miséria e são oriundos da Secretaria de Desenvolvimento Regional do Ministério da Integração Nacional.
A Associação Familiar Agropecuária do Mocozeiro II, no Município de Irecê, será beneficiada com a doação de 28 kits, enquanto a Cooperativa Mista Agropecuária de Uibaí (Comagru) receberá 24 kits familiares. Já o Centro Educativo Ambiental e Social de Aguada Nova, no município de Lapão, receberá outros 10, enquanto a Associação da Escola Família Agrícola de Boquira, no Município de Boquira, receberá 31 kits de apicultura da Codevasf. Ainda serão doados outros 32 kits para a Associação de Desenvolvimento Rural e Agropecuário de Prevenido (Adrap), do município de América Dourada.
A Codevasf também doará 80 kits para a Associação dos Trabalhadores Rurais da Comunidade de Caibros, no município de Paratinga. Já a Associação dos Moradores e Trabalhadores do Bairro do Parque de Exposição, de São Félix do Coribe, receberá 17 kits, enquanto outros 16 beneficiarão famílias da Associação dos Pequenos Produtores Familiares da Comunidade Remanescente de Quilombolas de Tomé Nunes, no município de Malhada.
Além da doação dos kits apícolas a famílias com renda per capita familiar de até R$ 70 mensais, a Codevasf irá proporcionar capacitações em temas relacionados à apicultura e acompanhamento da ação visando o sucesso e o desenvolvimento da atividade. O objetivo é potencializar os resultados, com o uso de estratégias diferenciadas de apoio para o meio rural, a busca da estruturação da cadeia, o incentivo ao associativismo e a inserção de novos agricultores familiares na atividade.
GESTÃO AMBIENTAL COM APICULTURA NA BAHIA
GESTÃO AMBIENTAL COM APICULTURA NA BAHIA
A Gestão Ambiental em propriedades rurais é uma
realidade cada vez mais frequente no novo modelo administrativo das unidades de
produção animal e vegetal. Muitas propriedades rurais no Brasil apresentam
atualmente um status de ilegalidade quanto a Legislação Ambiental Brasileira
que define de acordo com a área e região do país, a obrigatoriedade de uma
Reserva Legal.
A Reserva Legal, compreende a área dentro da
propriedade com finalidade de preservação de espécies nativas e ou cursos
d'água, nascentes e córregos, representando recursos naturais que não podem
sofrer degradação e devem ser conservados pelo responsável legal do imóvel
rural.
A apicultura representa uma das alternativas de
manutenção de unidades de conservação e ou implantação de áreas de
reflorestamento, além de contribuir com uma renda extra que pode ser direta ao
proprietário ou em menor escala para um funcionário ou parceiro apícola.
O apicultor deve ser um ambientalista, principalmente
porque depende de floradas boas para saúde das abelhas e produção apícola, como
mel, própolis, pólen e outros.
As áreas de reserva legal podem consorciar com
exploração apícola desde que o apiário não comprometa a vegetação e não seja
necessário nenhum tipo de desmatamento.
As abelhas do tipo apis e as melíponas contribuem
decisivamente para a reprodução e propagação do material genético de inúmeras
espécies vegetais de matas nativas como mata atlântica, mata amazônica,
vegetação do pantanal Brasileiro, cerrado e caatinga.
No final do século XX e a partir do século XXI os
cientistas em todo o mundo se mostram muito preocupados com o desaparecimento
de abelhas em várias regiões no planeta. Acredita-se que a redução destes
insetos poderá comprometer a produção de alimentos para a humanidade, pela
grande responsabilidade na polinização realizada pelas inúmeras espécies de
abelhas.
A atividade apícola pode ser consorciada na grande
maioria das propriedades rurais, pois exige menor espaço quando comparada com
as demais explorações pecuárias. O produtor rural pode produzir pouco para o
próprio consumo ou pode ter mais uma fonte de renda na propriedade.
A parceria apícola é uma grande alternativa para
que tem a terra e pode ceder o espaço ao parceiro pecuário que irá desenvolver
a apicultura e dividir os lucros, em áreas do imóvel que não seja possível
cultivar vegetais ou criar animais em pastos.
A criação de abelhas contribui para aumentar a
biodiversidade vegetal e animal, trazendo um ganho para todo o ecossistema,
inclusive contribuindo com redução de alguns problemas oriundos da degradação
ambiental.
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Uso múltiplo da floresta de eucalipto representa uma grande oportunidade de geração de renda
REPORTAGENS
Uso múltiplo da floresta de eucalipto representa uma grande oportunidade de geração de renda
Com uma produção anual de 400 toneladas de mel por ano a região Sul da Bahia se tornou nos últimos 20 anos referência nacional de produção de mel de boa qualidade
Essas informações são do engenheiro agrônomo Ediney de Oliveira Magalhães, do Centro Regional de Apicultura do Sul da Bahia, Ministério de Agricultura e Abastecimento /Ceplac/Cepec.“A região tinha uma produção insignificante e nos anos isso
mudou, mas ainda estamos aquém do que podemos produzir. Vejo a florada de eucalipto como uma grande oportunidade de negócios para uma parcela significativa de produtores porque dela é possível explorar o mel, o pólen e a resina para produção da própolis pelas abelhas”, disse o engenheiro agrônomo.
Magalhães apresentou alguns resultados do estudoque ele realiza sobre as oportunidades de negócio da apicultura no evento de assinatura do Convênio de Cooperação entre a Veracel Celulose S.A e sete associações de apicultores da região. “Essa é uma parceria que beneficia a Veracel e os apicultores”, enfatizou Agnaldo Vitti, coordenador de Silvicultura da Veracel.
Com a assinatura do convênio, 134 apicultores ligados a essas sete associações serão beneficiados utilizando o pasto apícola das áreas da Veracel Celulose para a colheita de mel. “Vejo a assinatura desse convênio com bons olhos, já que essa parceria irá formalizar essa produção”, comemorou Magalhães.
Producão de mel fixa produtor rural no campo
O apicultor Elies Valverde conseguiu manter a sua família no campo graças a parceria que mantém com a Veracel desde 2005.
Hoje a Apis Valverde, empresa do apicultor tem uma produção anual de cerca de 40 toneladas de mel. A família Valverde iniciou a produção com uma colméia e hoje possui 1.200 colméias e já iniciou a diversificação da produção com mel com a elaboração de compostos com sabores diferenciados. “Eles são o grande exemplo da região”, salientou o engenheiro agrônomo.
De acordo com Magalhães, a produção de mel é uma atividade que não exige um grande investimento e que apresenta uma boa produtividade. “É uma atividade que permite a variedade do formato do empreendimento, é uma ocupação para toda a família e dispensa a propriedade de terra, como exemplo dessa parceria onde as terras que serão utilizadas são da empresa”, explicou o engenheiro agrônomo salientando ainda que a atividade beneficia ainda a preservação ambiental e possibilita o aumento da produção agrícola. “Já foi comprovado com pesquisas que as áreas agrícola que contam com a presença de abelhas apresentam um aumento de produção.
A produção de abóbora, por exemplo, tem um aumento de até 76,9%. O café, que é forte aqui na região, pode ter um aumento de até 39,2%”, citou Magalhães.
A diversidade de produtos e a abertura de novos mercados foram outros pontos destacados pelo engenheiro agrônomo. De acordo com ele, o mercado japonês é um forte potencial para a comercialização do própolis vermelho. “A venda de enxames também pode ser explorada. Temos tecnologia na região para tudo isso”, disse Magalhães.
Para o gerente de Sustentabilidade da Veracel, Renato Carneiro, a assinatura do convênio é um passo importante para ampliar a parceria entre a empresa e os apicultores. “Me surpreendi por já sermos referência em produção de mel. Esse convênio, além de estar dando novas oportunidades de trabalho, é importante por reresentar uma nova função social para as nossas áreas”, concluiu Carneiro.
Assinaram o convenio de parceria com a empresa Veracel Celulose a Associação de Apicultores de Eunápolis (ASOAPE), Associação de Apicultores e Meio Ambiente de Guaratinga (ASAPMAG), Associação de Apicultores do Município de Belmonte (AAPIBEL), Associação Apícola de Itabela (APISBELA), Associação dos Apicultores de Itagimirim (AAPITA), Associação dos Apicultores e Agricultores de Boca do Córrego (Belmonte) e a Associação dos Micros, Pequenos, Médios Produtores Rurais e Moradores do Rio Ubu (Belmonte).
Essas informações são do engenheiro agrônomo Ediney de Oliveira Magalhães, do Centro Regional de Apicultura do Sul da Bahia, Ministério de Agricultura e Abastecimento /Ceplac/Cepec.“A região tinha uma produção insignificante e nos anos isso
Magalhães apresentou alguns resultados do estudoque ele realiza sobre as oportunidades de negócio da apicultura no evento de assinatura do Convênio de Cooperação entre a Veracel Celulose S.A e sete associações de apicultores da região. “Essa é uma parceria que beneficia a Veracel e os apicultores”, enfatizou Agnaldo Vitti, coordenador de Silvicultura da Veracel.
Com a assinatura do convênio, 134 apicultores ligados a essas sete associações serão beneficiados utilizando o pasto apícola das áreas da Veracel Celulose para a colheita de mel. “Vejo a assinatura desse convênio com bons olhos, já que essa parceria irá formalizar essa produção”, comemorou Magalhães.
Producão de mel fixa produtor rural no campo
O apicultor Elies Valverde conseguiu manter a sua família no campo graças a parceria que mantém com a Veracel desde 2005.
Hoje a Apis Valverde, empresa do apicultor tem uma produção anual de cerca de 40 toneladas de mel. A família Valverde iniciou a produção com uma colméia e hoje possui 1.200 colméias e já iniciou a diversificação da produção com mel com a elaboração de compostos com sabores diferenciados. “Eles são o grande exemplo da região”, salientou o engenheiro agrônomo.
De acordo com Magalhães, a produção de mel é uma atividade que não exige um grande investimento e que apresenta uma boa produtividade. “É uma atividade que permite a variedade do formato do empreendimento, é uma ocupação para toda a família e dispensa a propriedade de terra, como exemplo dessa parceria onde as terras que serão utilizadas são da empresa”, explicou o engenheiro agrônomo salientando ainda que a atividade beneficia ainda a preservação ambiental e possibilita o aumento da produção agrícola. “Já foi comprovado com pesquisas que as áreas agrícola que contam com a presença de abelhas apresentam um aumento de produção.
A produção de abóbora, por exemplo, tem um aumento de até 76,9%. O café, que é forte aqui na região, pode ter um aumento de até 39,2%”, citou Magalhães.
A diversidade de produtos e a abertura de novos mercados foram outros pontos destacados pelo engenheiro agrônomo. De acordo com ele, o mercado japonês é um forte potencial para a comercialização do própolis vermelho. “A venda de enxames também pode ser explorada. Temos tecnologia na região para tudo isso”, disse Magalhães.
Para o gerente de Sustentabilidade da Veracel, Renato Carneiro, a assinatura do convênio é um passo importante para ampliar a parceria entre a empresa e os apicultores. “Me surpreendi por já sermos referência em produção de mel. Esse convênio, além de estar dando novas oportunidades de trabalho, é importante por reresentar uma nova função social para as nossas áreas”, concluiu Carneiro.
Assinaram o convenio de parceria com a empresa Veracel Celulose a Associação de Apicultores de Eunápolis (ASOAPE), Associação de Apicultores e Meio Ambiente de Guaratinga (ASAPMAG), Associação de Apicultores do Município de Belmonte (AAPIBEL), Associação Apícola de Itabela (APISBELA), Associação dos Apicultores de Itagimirim (AAPITA), Associação dos Apicultores e Agricultores de Boca do Córrego (Belmonte) e a Associação dos Micros, Pequenos, Médios Produtores Rurais e Moradores do Rio Ubu (Belmonte).
PRODUTORES BUSCAM FORTALECER A CADEIA PRODUTIVA APÍCOLA DA BAHIA
PRODUTORES BUSCAM FORTALECER A CADEIA PRODUTIVA APÍCOLA DA BAHIA
O pólen Natuflora, tipo A, extraído da Mata Atlântica e beneficiado na agroindústria da Cooperativa Canavieirense de Apicultores (Coaper), em Canavieiras, no sul da Bahia, tem excelência confirmada em premiações regionais e nacionais.Especialistas do Congresso Brasileiro de Apicultores, em Gramado, conferiram ao produto o título de melhor pólen do Brasil no ano passado. Fundada há um ano, a Coaper tem 26 associados que, juntos, produzem uma tonelada de pólen a cada mês. Muitos já atuavam nesse mercado há cerca de 20 anos, mas ainda sem contar com a união e a força do associativismo.
Com o apoio do Sebrae em consultorias para criação de identidade visual dos produtos (rótulos, marcas, embalagens e displays) e acesso a mercado, os apicultores da Coaper visualizam um futuro de bons negócios e estão construindo esse caminho em constantes qualificações de mão de obra e divulgação do produto.
É o caso do II Seminário Brasileiro de Própolis e Pólen, que terminou ontem (17/05/13), em Ilhéus (BA). Paralelo ao evento, também aconteceu o V Congresso Baiano de Apicultura e Meliponicultura, VII Seminário de Própolis do Nordeste e a II Feira da Cadeia Produtiva da Apicultura e Meliponicultura.
Segundo o organizador do seminário, o pesquisador Edney de Oliveira, a realização conjunta desses eventos proporciona a avaliação e discussão de políticas públicas e ações para o desenvolvimento do setor. "Isso resulta no fortalecimento da capacidade organizacional, gerencial e empreendedora da cadeia apícola", afirma o pesquisador.
O gestor do Sebrae para o projeto de Apicultura Mata Atlântica, Lin Del Rey, afirma que os cerca de 60 apicultores atendidos pelo projeto participam do evento. Além dos associados da Coaper, estão presentes os integrantes da Associação dos Apicultores Ambientalistas de Ilhéus (AAMI), além de produtores de Una, Buerarema, Coaraci e caravanas vindas do Rio Grande do Norte, Alagoas e Goiás.
"Agora, estamos em um novo momento, o de garantir acesso a outros mercados, como Salvador, distribuindo o produto às lojas para venda direta ao consumidor, em potes de 100, 240 e 400 gramas, agregando valor ao produto. Se houver demanda, temos capacidade para aumentar nossa produção mensal para três toneladas", afirma o presidente da cooperativa, Alexsandro Correia Costa.
Antes, a venda era feita exclusivamente com participação dos atravessadores, que compravam o produto em sacos de 10 kg para revender a outras empresas responsáveis pela distribuição do pólen, ficando com a fatia mais lucrativa do processo.
Seminário - Com o tema Organizar para Competir, o seminário trata de questões como organização social, gestão e mercado, preservação ambienta, e a exploração dos subprodutos apícolas pólen e própolis nas regiões com maior potencial. A programação inclui palestras, mesas-redondas, oficinas, exposição de trabalhos científicos, feira de produtos e equipamentos e concursos de produtos e inovações tecnológicas.
A proposta é o fortalecimento da apicultura e meliponicultura por meio da organização e capacitação dos diversos segmentos da cadeia produtiva. Na produção de mel e produtos apícolas, a Bahia ocupa o terceiro lugar no Nordeste e sétimo no ranking nacional. O país saiu de uma produção inicial de 300 toneladas em 2001 para 2.646 toneladas em 2011 (IBGE). O estado lidera o ranking nacional de produção de pólen apícola e também é o maior produtor nacional de própolis vermelha.
O evento é promovido pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) em parceria com Sebrae, Associações de Apicultores, Federação Baiana de Apicultura e Meliponicultura (Febamel) e Secretaria de Agricultura, Pecuária e Regularização Fundiária (Seagri).
(Fonte: Agência Sebrae de Notícias da Bahia/Agrosoft Brasil)
Parceria inédita deve fortalecer a apicultura em Sobradinho-BA
Parceria inédita deve fortalecer a apicultura em Sobradinho-BA
Representantes do SAJUC (Serviço
de Assistência Socioambiental no Campo e Cidade), IRPAA (Instituto Regional da
Pequena Agropecuária Apropriada) e EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa
Agropecuária) se reuniram na ultima sexta (26 de abril de 2013) em Sobradinho.
O objetivo do encontro foi discutir ações conjuntas para o fortalecimento do
trabalho apícola no município.
De acordo com Aniceto Elias, um
dos técnicos do SAJUC, a ideia é “identificar pontos em comum, somar forças”,
para que o SAJUC e a EMBRAPA (que já desenvolvem projetos de apicultura em
Sobradinho) não realizem atividades sobrepostas. “É um trabalho de cooperação
com base nas potencialidades que cada projeto tem”, detalha Aniceto.
O SAJUC já desenvolve o PROFAPIS
(Programa de Apoio e Fomento à Apicultura), projeto financiado pela
BrazilFoundation. Já a EMBRAPA realiza o projeto Lago de Sobradinho, que recebe
financiamento da CHESF e prevê, entre outras atividades, o acompanhamento a
apicultores dos municípios da borda do lago.
Para Sérgio Azevedo, Engenheiro
Agrônomo (EMBRAPA) a expectativa é melhorar o ambiente natural e aumentar a
produção de mel. Ele estima que atualmente a produção esteja em aproximadamente
0,6l por colmeia. Sérgio espera que a quantidade aumente para 3l por ano.
O Engenheiro diz que para
alcançar a meta a EMBRAPA tem à disposição “a retaguarda tecnológica, insumos e
o conhecimento técnico que pode refinar o conhecimento dos apicultores. O SAJUC
tem a capilaridade necessária” para desenvolvimento das atividades.
Apiário Pedagógico – Para incentivar a formação de novos
apicultores será montado na Escola Família Agrícola de Sobradinho um apiário
pedagógico, onde os estudantes aprenderão técnicas de manejo.
Meliponicultura – As ações conjuntas visam também iniciar a prática
de manejo das abelhas nativas. Segundo Aniceto, há uma preocupação muita
grande, pois são estas abelhas que polinizam a maior parte das plantas da
região.
Desidratação de frutas – Durante a conversa Aniceto aproveitou para
apresentar brevemente um projeto voltado para a desidratação de frutas, que
utilizaria técnicas alternativas para realizar o processamento. “O projeto está
escrito, só falta a parte de engenharia civil”, revela o técnico.
Para Aniceto a desidratação de
frutas é viável, pois “hoje é desperdiçada uma grande quantidade de frutas,
principalmente durante o período de safra”.
Álvaro Luiz - Comunicação / SAJUC
Mel catarinense é eleito o melhor do mundo em congresso na Ucrânia
Mel catarinense é eleito o melhor do mundo em congresso na Ucrânia
Gosto, aroma e consistência deram o título à Prodapys, de Araranguá, no Sul do Estado
Tarciano Santos, da Prodapys, mostra o mel vencedor
Foto:
Caio Marcelo / Agencia RBS
Kiara Domit
Critérios como gosto, aroma e consistência classificaram o mel de Araranguá, no Sul de Santa Catarina, como o melhor do mundo e renderam ao país uma medalha de ouro, conquistada durante um congresso de apicultores na Ucrânia neste mês.
Mas o mel de melato de bracatinga, campeão entre os 86 países concorrentes, não interessa tanto ao consumidor brasileiro. Célio da Silva, fundador e diretor da Prodapys, diz que o motivo pelo qual o produto que mais agradou os jurados estrangeiros não está nas prateleiras dos supermercados porque até recentemente não tinha valor comercial.
— Primeiro porque as pessoas não gostavam do sabor dele, e segundo porque os apicultores não gostavam de trabalhar com ele. Mas descobrimos que esse mel tinha uma ótima aceitação na Alemanha. Hoje é o nosso produto mais caro e que paga mais ao apicultor.
Presente desde 1989 nos congressos da Federação Internacional de Associações de Apicultores (Apimondia), a Prodapys é uma das principais exportadoras de mel no país. A empresa chega a processar cerca de 3 mil toneladas de mel por ano, e exporta anualmente 150 contêineres com destino a Estados Unidos, Alemanha, França, Reino Unido, Bélgica, Holanda, Espanha e Japão. Além disso, a empresa compra mel de apicultores de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Piauí, Maranhão.
Perspectiva de expansão do mercado brasileiro
Tarciano Santos da Silva, gerente de Exportação da Prodapys, conta que é mais prático exportar, enquanto que no Brasil o esforço ainda é hercúleo para vender muito menos.
— O Brasil não tem cultura de consumir mel como alimento. Aqui se come geleia e não mel — aponta.
A medalha de ouro, no entanto, gerou a vontade de sair das prateleiras das casas de produtos naturais, onde a versão comestível do produto final é comercializada, para entrar também nas gôndolas dos supermercados brasileiros.
— No ano que vem queremos mudar isso. Muita gente não compra porque tem receio de que o mel seja adulterado. Queremos promover as medalhas e certificações que a empresa tem e o fato de que quem avaliou que esse mel é gostoso foram pessoas especializadas.
:::Incentivo aos produtores
Santa Catarina, que já foi líder nacional em produção de mel, vem perdendo espaço para Estados maiores. Atenta a esse cenário, a Secretaria da Agricultura e Pesca lança hoje um programa de incentivo aos apicultores.
Trata-se do financiamento, a partir de janeiro do próximo ano, para a compra de 490 kits com equipamentos para a produção de mel, no valor de R$ 1,8 mil cada. Cada kit é composto por seis colmeias, macacão com máscara, fumegador, luvas, cera especial e mais outros 10 instrumentos.
Ao adquiri-lo, o produtor terá dois anos de prazo para pagamento com parcela anual. Se o pagamento for único, o produtor terá desconto e vai pagar R$ 1.260. Os interessados devem procurar – a partir de janeiro – os escritórios da Epagri em suas cidades.
:::Mais por quilômetro quadrado
Santa Catarina pode não ter a maior produção de mel do Brasil – hoje o Estado ocupa a quinta posição – mas, segundo Walter Miguel, veterinário e gerente da Cidade das Abelhas da Epagri, Santa Catarina se destaca na qualidade e na diversidade do produto. Além disso, é o Estado brasileiro que mais produz mel por quilômetro quadrado.
O território catarinense tem mais de 30 mil famílias rurais dedicadas à apicultura, com um total de 350 mil colmeias instaladas e uma produção média de seis mil toneladas de mel por ano, de acordo com a Federação e Associação dos Apicultores do Estado (Faasc).
O veterinário da Epagri afirma que a maioria dos produtores de mel catarinenses encara a atividade como uma cultura paralela.Na região Sul, os apicultores são considerados profissionais, com dedicação integral à produção de mel e adeptos da apicultura migratória.
Na modalidade, explica Miguel, os agricultores movem suas colmeias para diferentes regiões, como os campos de maçã e pera do Estado.
— A produção de mel é uma excelente alternativa para o produtor rural, principalmente porque o custo inicial não é alto — aponta o veterinário.
Segundo ele, é possível iniciar uma produção com 50 colmeias por cerca de R$ 5 mil. No primeiro ano de atividade, a margem de lucro costuma ficar em 70% e, no segundo, é possível alcançar 100% de lucratividade. Hoje o quilo de mel para o produtor vale em torno de R$ 6.
Walter Miguel ressalta que o produtor precisa buscar capacitação e aprender técnicas e formas de manejo que vão aumentar a sua produtividade.
*Colaborou Janaina Cavalli
Manejo de abelhas pode aumentar produção de mel em 500%
Manejo de abelhas pode aumentar produção de mel em 500%
Manejo inspirado em técnicas
argentinas deve alavancar produção de mel no MS e lança novas
perspectivas para a apicultura em todo o País. Em média o brasileiro
consome 160g de mel por ano, mas a demanda do mercado é tanta que
entrepostos comerciais, como o Vovô Pedro, já foram obrigados a buscar
mel até em Rondônia para atender os fornecedores. O produto e seus
derivados também são muito procurados por suas propriedades cosméticas e
nutricionais. A qualidade de vida não se limita ao consumidor, afirma
Gustavo Bijos. “Com até 300 colmeias um apicultor pode trabalhar uma
semana e folgar a outra”. Também apicultor, Adriano Adames concorda: “É
uma atividade que se paga em um ou dois anos. Com esse manejo
diferenciado não conheço nada que dê mais lucro!”, empolga-se.
Nem o calor abafado do cerrado
brasileiro e nem as barreiras do idioma desanimaram Jirka Cabalka. Aos
57 anos de idade – 30 dos quais dedicados à criação de abelhas
– o tcheco apenas arranha o inglês e não entende uma palavra de
português, mas a tudo anotava e fotografava. Desde domingo (27) o
apicultor está em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, visitando fazendas
de produção de mel e conhecendo um projeto que promete alavancar o estado para uma posição de destaque no cenário apícola nacional.
O guia de Cabalka em sua viagem é Gustavo
Bijos, presidente da FAEMS (Federação de Apicultura e Meliponicultura
de MS) e um dos responsáveis pela introdução no Estado de um novo método
que, segundo ele, pode elevar a produtividade média em MS de 20 kg para
pelo menos 70 kg de mel por colmeia/ano. “Isso em uma área ruim!”,
destaca ele. “Em regiões como Três Lagoas e Brasilândia, onde as abelhas
podem utilizar tanto a florada silvestre quanto a de eucalipto,
a produção pode ultrapassar 120 kg”, estima. O valor representaria um
aumento de 500%. Foram essas informações preliminares, divulgadas no site da Federação,
que chamaram a atenção do produtor tcheco para apicultura
sul-mato-grossense. Na semana anterior, Bijos também recebeu um produtor
italiano curioso com a proposta.
Os valores podem parecer irreais tendo em vista que a média nacional é apenas de cerca de 20 kg. No entanto, para o inspetor de mel orgânico
Paulo Dalastra os números são bastante plausíveis. Ele, que trabalha
pela certificação de 72 mil colmeias espalhadas em apiários em todo o
Brasil, afirma que 70% da apicultura do país é voltada para a
complementação de renda. Desta forma, a atividade não recebe grandes
incentivos e o próprio produtor acaba se tornando resistente a qualquer
inovação. “Em relação a outros países o Brasil está na época da pedra
lascada”, afirma Dalastra. No entanto, quando se leva em conta os campos
apícolas, o país está em uma posição privilegiada. “No Canadá, mesmo
com um inverno rigoroso, eles conseguem tirar 120 kg de mel em quatro
meses. O Brasil tem a capacidade de produzir mel durante oito meses com
um clima muito mais estável”.
Aperfeiçoando a Técnica
O ciclo de vida da abelha
operária é de 45 dias, sendo que praticamente metade disso é entre
larva e pupa. “No Brasil, nós costumávamos deixar por conta da natureza o
trabalho de formação dos enxames. Como nós só temos cerca de quatro
meses de florada silvestre, acabávamos desperdiçando metade do período
porque as abelhas ainda estavam se desenvolvendo”, afirma Adames.
A técnica argentina exige um domínio avançado do sequenciamento do
trabalho com a abelha. A proposta é que, em época de queda de florada, o
apicultor se preocupe com a renovação dos enxames e não com a produção
de mel. Desta forma, as abelhas estarão prontas para trabalhar logo no
primeiro dia de primavera.
Além disso, é preciso fornecer espaços
internos rapidamente e trabalhar com a reposição de favos e a troca de
rainhas. Por fim, um dos segredos é a alimentação balanceada e a
suplementação com o complexo de aminoácidos Promotor L, que de acordo com Bijos é um produto execrado pelo produtor brasileiro. “A apicultura no Brasil
ainda é extremamente amadora e quando o produto chegou ao país foi
utilizado de forma errada, o que resultou na morte dos enxames. Na
proporção correta, no entanto, ele é um grande aliado”, expõe.
Multiplicação do conhecimento
Dentro
de 15 dias, Dalastra vai começar a aplicar a técnica de Adames nas 400
colmeias de seu apiário. Uma de suas vantagens é que ela oferece altos
índices de produtividade em enxames fixos. “Eu já conseguia tirar uma
média de 110 kg de mel, só que eu precisava migrar meu enxame três vezes
por ano em busca de novas floradas”, relembra ele. “Agora quem começar
na atividade vai ter uma nova ideia do que é a apicultura. É um grande
salto, o Brasil inteiro deveria copiar esse modelo”, complementa.
No Mato Grosso do Sul a multiplicação
deste conhecimento já está em andamento. Em novembro de 2012, Adriano
Adames e Gustavo Bijos iniciaram um curso de apicultura
gratuito com duração de um ano para 30 técnicos agrícolas, para que
possam repassar as novas técnicas para os demais apicultores do estado.
“É uma tentativa de nivelar esse conhecimento e mostrar resultado.
Mostrar que a apicultura pode ser a principal atividade econômica de
qualquer produtor”, relata Adames. Os módulos do curso acontecem no
apiário da UCDB (Universidade Católica Dom Bosco, localizada na própria
capital sul-mato-grossense), escolhido estrategicamente. “Nós pegamos o
apiário do zero, cheio de problemas, com cera velha, enxame sem
padrão... Aquilo que você encontra no dia a dia mesmo. Em 45 dias
aplicando as técnicas conseguimos tirar 40 kg de mel em um período de
queda de florada!”, anima-se Bijos. “Nunca vi uma coisa dessas em 15
anos de atividade”, destacou o veterinário.
Mesmo antes do início do curso, o
agricultor familiar Julio César Salina, de Guia Lopes da Laguna/MS, já
havia começado a utilizar parte das técnicas de Adames. Em sua
propriedade, somando todas as suas 50 colmeias, ele costumava tirar 400
kg de mel. Com a orientação de Adames, o produtor buscou crédito pelo Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar)
do Banco do Brasil e conseguiu investimento inicial para reformar 25
colmeias e adequá-las ao manejo sugerido. Desta forma, trabalhando com
metade dos enxames que no ano anterior, ele finalizou 2012 com 1000 kg
de mel colhidos. Para este ano, com a expectativa de dobrar esta
produção, ele pretende se tornar fornecedor para a merenda escolar, que
compra o mel a preço de mercado. Cada quilo do produto sai por R$ 15.
Foto em destaque: divulgação (UFMS - CPAN / Marcelo Diamante)
Agricultores do semiárido baiano são inseridos na cadeia produtiva do mel
por Portal Brasil
publicado:
09/08/2013 17:05
última modificação:
20/08/2013 10:23
A cadeia
produtiva do mel, no semiárido baiano, passará a contar com o trabalho
de mais duas mil famílias graças à assinatura, nesta segunda-feira (12),
da ordem de fornecimento de equipamentos apícolas pela Companhia de
Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). A
ação é uma alternativa à produção agrícola familiar em regiões
castigadas pelos efeitos da estiagem e deve atingir 39 municípios da
região. Os equipamentos, orçados em R$ 11 milhões, darão suporte à
produção, armazenamento, transporte e beneficiamento de produtos da
apicultura. Os itens serão entregues ainda neste semestre.
Os investimentos têm por objetivo fortalecer a cadeia
produtiva do mel nos municípios de América Dourada, Barra, Barra do
Mendes, Barro Alto, Bom Jesus da Lapa, Brotas de Macaúbas, Cafarnaum,
Campo Alegre de Lourdes, Canarana, Carinhanha, Central, Feira da Mata,
Gentio do Ouro, Ibipeba, Ibititá, Ibotirama, Igaporã, Ipupiara, Irecê,
Itaguaçu da Bahia, João Dourado, Jussara, Lapão, Malhada, Matina,
Morpará, Mulungu do Morro, Muquém do São Francisco, Oliveira dos
Brejinhos, Paratinga, Pilão Arcado, Presidente Dutra, Remanso, Riacho de
Santana, São Gabriel, Serra do Ramalho, Sítio do Mato, Uibaí e
Xique-Xique.
"Estas doações são ações muito importantes, pois buscam a
redução da pobreza extrema. Elas beneficiam famílias rurais – do
semiárido, em sua maior parte – que são muito necessitadas. A produção
servirá tanto como complemento da alimentação dessas famílias quanto
como geradores de renda”, explica Lourival Gusmão, superintendente da
Codevasf em Bom Jesus da Lapa (BA), sudoeste baiano.
<a
href="https://www.youtube.com/watch?&amp;v=z7qqFCJnWbA">Apicultura
faz do Piauí o maior produtor de mel do Brasil</a>
Produção agrícola e pecuária
Além da autorização de fornecimento de equipamentos
apícolas, a Codevasf assinou com o governo da Bahia um termo de
compromisso que tem por objetivo promover a inclusão produtiva de 9.210
famílias rurais de baixa renda com investimentos nas culturas de ovinos,
caprinos, mandioca e frutas. As ações associadas ao termo de
compromisso promoverão o aumento da reserva estratégica de forragem para
os animais, assim como da produção agrícola e pecuária e,
consequentemente, da renda dos produtores.
O termo de compromisso prevê ações de fomento à produção de
palma forrageira, melhoramento genético de caprinos e ovinos, preparo
de solos, aquisição de veículos, assistência técnica e implantação de
unidades de demonstração, viveiros, sistemas de irrigação e unidades de
propagação de mudas de mandioca, entre outras. Os investimentos serão
realizados nos 115 municípios da Bahia que integram a área de atuação da
Codevasf no estado.
A Companhia aplicará aproximadamente R$ 14 milhões em ações
vinculadas a este termo de compromisso, com recursos provenientes de
destaque orçamentário da Secretaria de Desenvolvimento Regional do
Ministério da Integração Nacional. Como contrapartida, o governo da
Bahia desembolsará um adicional de 10% de todo o valor investido pela
Codevasf.
Plano Safra da Bahia
A assinatura da ordem de fornecimento e do termo de
compromisso ocorreu na cerimônia de lançamento do Plano Safra da
Agricultura, Pecuária, Pesca e Aquicultura 2013/2014 (Plano Safra da
Bahia), por meio do qual o governo do estado destinará R$ 5,5 bilhões
para a produção agropecuária. Destes, R$ 1,2 bi serão aplicados em
agricultura familiar. De acordo com o governo da Bahia, o objetivo do
plano é dar suporte aos produtores rurais, proporcionando condições para
a manutenção e a expansão de suas atividades.
Além de estabelecer diretrizes e prioridades, o plano
articula e reúne diversos instrumentos de políticas públicas agrícolas,
entre eles o Crédito Rural, o Garantia Safra, o Programa de Aquisição de
Alimentos (PAA), o Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), a
Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) e a Assistência Técnica e
Extensão Rural (Ater).
Fontes:
Município produz melhor mel da Bahia
| Município produz melhor mel da Bahia | |||
Pela segunda vez consecutiva, o mel produzido no município de Barra do Choça é considerado o melhor em todo o Estado da Bahia. O produto atingiu os índices máximos nos quesitos aparência, umidade, sabor e observações microscópicas segundo a comissão julgadora do II Congresso Baiano de Apicultura, realizado entre os dias de 19 e 22 de março na cidade de Paulo Afonso. As amostras premiadas foram inseridas no evento pelo apicultor barrachocense Luiz Jordans Ramalho Alves (Apis Jordans), que também recebeu o título de terceiro lugar na categoria rótulo de produto apícola. Na opinião do apicultor, a região Sudoeste da Bahia é privilegiada com sua diversidade floral “adequada para a produção apícola”, o que explica o sucesso repetido da qualidade do mel, já premiado com o mesmo título no último congresso estadual. Alves salienta ainda que além da interferência da vegetação a excelência do produto é conseqüência do alto rigor técnico dos profissionais da região no manejo e produção do mel de uma forma geral. “Uma técnica bastante utilizada na região é a “apicultura migratória”, que consiste no aproveitamento constante dos microclimas existentes na região do Planalto da Conquista. Como a caatinga, mata de cipó e mata úmida. Ao invés de manter as colméias num único ponto durante todo o ano, através dessa técnica o apicultor da região aumenta consideravelmente o índice de produtividade e até mesmo da qualidade do produto, explica Luiz Jordans. A Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB, também foi destaque no evento com a participação da caravana de acadêmicos e alunos dos campi de Itapetinga, Jequié e Vitória da Conquista. Os trabalhos visuais e de pesquisa científica dos professores Ana Maria Waldshimidt e Paulo Sergio Cavalcante Costa, foram premiados com o primeiro e segundo lugar consecutivamente num concurso de painéis. “O congresso é importante no sentido de possibilitar renovação de técnicas e conhecimentos da área para os apicultores de todo o Estado. Através do meu trabalho demonstrei a importância da abelha do gênero Apis no aumento da produtividade de culturas como a do urucum, por exemplo”, avaliou Cavalcante. Fonte: Diário do Sudoeste | |||
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